Michael Jackson, que tinha um sério problema com drogas controladas até falecer em 2009, vítima de uma dose letal do anestésico hospitalar Propofol, tinha um implante secreto para impedi-lo de sentir prazer em consumir opiáceos, segundo o jornal The Sun.
O pop star colocou o implante em 2003 para ajudá-lo a combater o vício em medicamentos que acabou por matá-lo.
O implante liberava pequenas quantidades de Narcan, o nome comercial do medicamente naloxone, que é usado em viciados em morfina e heroína. Ele funciona bloqueando os receptores do cérebro a reagir com o consumo destes opiáceos, tornando-o sem efeito.
O implante foi encontrado no corpo do Rei do Pop após sua morte, mas a informação só veio a público agora por conta de novos documentos que contém informações do anestesista de Beverly Hills, David Fournier que cuidou de Jackson da década de 1990 até a de 2000.
Os documentos revelam:
"Fournier acreditava que Jackson o enganou já que não lhe contou sobre o implante de Narcan que havia feito anteriormente."
O testemunho de Fournier é peça chave no processo que Katherine Jackson e os filhos do cantor estão movendo contra a promotora de concertos, AEG.
Eles acusam os executivos da empresa de negligência por terem contratado o médico Conrad Murray para cuidar do pop star e que acabou aplicando a dose letal de anestésico em Jacko.
Os advogados da AEG negam as alegações e insistem que o cantor escondeu seus problemas com drogas prescritas de seus funcionários e sua família.
A família Jackson quiseram evidências sobre a existência do implante, mas o juiz descartou esta possibilidade. O julgamento pode durar até três meses.
Fonte: O Fuxico
