Seja bem-vindo.Rb! Net Hits/Estudio Albeni,online 24h! (Admin: Wilson Barreto) - WhatsApp: (37) 9 9119-4977 - e-mail: wilsonalbeni@yahoo.com.br (Pará de Minas.Centro-Oeste)
Image and video hosting by TinyPic
Image and video hosting by TinyPic


Grave o seu spot comercial com o Estudio Albeni! Solicite nosso DEMO pelo WhatsApp: (37) 9 9119-4977 - e-mail: gravacaoea@gmail.com


Image and video hosting by TinyPic

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vídeo com ameaça de ACM Neto dizendo que daria uma surra em Lula foi vetado por juíz

O que circunda por ai...e ainda aquilo do que menos sabemos,de antemão já nos assusta.|E quando vem a público nos assola!Isso é o resumo do que é politicagem suja.

'Valorize seu voto amigo eleitor' 'É o que temos para um almoço pra lá de indigesto...paciência e lute pelo progresso'!

(Wilson Barreto/RB Net Hits)




A coordenação de campanha do deputado ACM Neto (DEM) à prefeitura de Salvador conseguiu na Justiça a retirada de trecho da propaganda eleitoral do petista Nelson Pelegrino no qual Neto diz, em discurso feito na Congresso em 2005, que daria "uma surra no presidente da República" - à época, Luiz Inácio Lula da Silva.As imagens vinham sendo usadas pela campanha do petista desde a semana passada e a fala de Neto foi citada pelo ex-presidente Lula em comício realizado na capital baiana, na sexta-feira. No palanque, Lula disse que "se esse cidadão (Neto) teve a coragem de dizer que queria bater no presidente, imagine o que ele não vai fazer com um camelô de Salvador."
Na liminar, o juiz eleitoral Paulo Casali Bahia alega "desvirtuamento do contexto" do trecho exibido na campanha petista, para "transmitir ao eleitorado a ideia de que o impetrante seria capaz de praticar atos de agressão contra qualquer pessoa, sem qualquer justificativa ou fundamento".

Antes da decisão, ACM Neto vinha ocupando parte de seus pouco mais de cinco minutos de propaganda para justificar a ameaça. "O discurso foi feito sete anos atrás, na época em que eu estava investigando o mensalão e minha família estava sendo ameaçada pelo governo do PT, e eu reagi", disse em programa eleitoral.



À época, Neto participava da CPI dos Correios e havia a suspeita de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estava monitorando os integrantes da CPI. "Reagi, realmente, de forma indevida, não tinha a experiência que tenho hoje", justificou. "Mas o mais importante é que os réus do mensalão estão sendo julgados e condenados pelo Supremo Tribunal Federal."
Assista ao trecho da campanha de Pelegrino vetada pela Justiça: