A filha do engenheiro civil da Força Aérea Brasileira Luiz
Felippe Dias de Andrade Monteiro, a funcionária pública Lígia Monteiro, de 32
anos, contou, nesta sexta-feira, ao jornal O GLOBO que o desejo de congelar o pai, que
morreu em fevereiro, vem da esperança de poder reencontrá-lo em alguns anos.
Pelo serviço da conservação do corpo no Rio, Lígia tem desembolsado quase R$ 900 por dia, cerca de R$ 27 mil por mês. Além disso, já pagou U$ 28 mil para a empresa americana. Para quitar as dívidas, Lígia, que mora em Copacabana, pretende fazer um empréstimo bancário.
O processo de congelamento não é caro, é um único valor (U$ 28 mil) e já paguei por ele. O problema é a manutenção do cadáver resfriado aqui no Rio. Mas enquanto o processo acontecer, não tem jeito - disse.
Fonte: O Globo/Yahoo

